quinta-feira, 3 de outubro de 2013

“Administração de Reginaldo Pereira tardou e falhou”, diz dirigente do PSOL




Detentor da terceira colocação nas eleições para a prefeitura de Santa Rita, com os mais de 8,7% da votação nas eleições 2012, o PSOL avalia negativamente os rumos da administração do prefeito Reginaldo Pereira. Ontem à tarde, o presidente estadual da sigla, carteiro Fabiano Galdino, fez fortes críticas à administração de Reginaldo Pereira e considerou que o prefeito não aprendeu com a demora na chegada ao cargo.
“Durante os muitos anos na oposição, o agora prefeito não sabe fazer um bom proveito da oportunidade que lhe foi dada pela população. Essa administração tardou e falhou”, declarou.
Segundo Galdino, a gestão de Reginaldo Pereira falhou porque “não se adéqua às necessidades da cidade e de seus habitantes. As críticas populares em Santa Rita estão relacionadas com problemas de infraestrutura mínimas nas ruas e principalmente com a continuação das péssimas condições dos serviços em áreas como saúde, educação e moradia”, denunciou.
Depois de considerar a administração de Reginaldo Pereira como sendo profundamente preocupante, o presidente do PSOL, Fabiano Galdino, também lamentou os fatos que estão levando a administração da prefeitura para as barras da Justiça. “Além de não ter colocado a administração a serviço das necessidades da população, o prefeito Reginaldo Pereira tem se mostrado um mau gestor na composição de seus auxiliares e no trato com os recursos públicos”, alfinetou.
Galdino lembrou ainda que a direção municipal do PSOL em Santa Rita vai se reunir no final de semana para discutir as formas de oposição à gestão de Reginaldo Pereira, com a presença de José Silva, ex-candidato do partido a prefeito de Santa Rita nas eleições 2012.

domingo, 30 de setembro de 2012

FABIANO DO PSOL: indecisos

FABIANO DO PSOL: indecisos: PSOL mira os indecisos para  chegar à Câmara de João Pessoa A poucos dias das eleições 2012, o presidente estadual do PSOL, Fabian...

indecisos



PSOL mira os indecisos para  chegar à Câmara de João Pessoa


A poucos dias das eleições 2012, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, reconheceu que dificilmente seu partido estará no segundo turno e defendeu que o PSOL passa a mirar os eleitores indecisos quanto ao voto para vereador na Capital. “O número de eleitores que ainda não tem candidato a vereador em João Pessoa é bastante significativo e a nós do PSOL interessa mirar esse público”, afirmou.
Galdino citou dados da Pesquisa Consult, realizada em parceria com o Sistema Correio de Comunicação, que aponta um número expressivo de eleitores sem candidato a vereador. “Sabemos, por essa pesquisa, que 40,67% ainda estão indecisos. Não sabemos exatamente o que norteia essa indecisão, mas imaginamos que os atuais representantes do povo no parlamento e vereadores de João Pessoa não têm a aprovação desse público expressivo”, comentou.
“Os 8,42% de eleitores que manifestaram intenção de não votar em nenhum dos candidatos a vereador representam o desencanto com a política. Esse contingente de eleitores talvez entendam que os atuais vereadores da Câmara Municipal de João Pessoa expressem a repetição de mandatos parlamentares sem vínculos com interesses populares”, destacou, acrescentando que o desafio do PSOL na Capital é conseguir atingir o chamado coeficiente eleitoral e eleger seu primeiro vereador.

O presidente estadual do PSOL também lamentou a eventual vitória de um candidato sob júdice no TRE. “O fato de Felipe Leitão (PP), que teve o mandato cassado este ano e cujo processo está em fase de recurso,se situar em quarto lugar com 1,17%, é preocupante porque demonstra que parcela de eleitores está indiferente com a questão da ética na política e até da igualdade de disputa eleitoral”, observou.

partido socialismo e liberdade


Candidatura de Renan Palmeira busca consolidar o PSOL pela esquerda

O presidente do PSOL na Paraíba, Fabiano Galdino, voltou a manifestar hoje pela manhã a opinião de que o PSOL crescerá  na disputa majoritária da Capital, mas reconheceu que esse crescimento talvez  não determine que o partido vá ao segundo turno. “Mesmo que não esteja no segundo turno das eleições em João Pessoa, o PSOL deverá crescer em relação a outras disputas”, comentou durante campanha de rua.
“Uma eventual chegada do PSOL ao segundo turno só ocorreria dentro de uma dinâmica que a atual conjuntura não tem possibilidade até o momento. Mas temos um debate, que pode ser decisivo, além de aumento de acusações recíprocas entre esses ditos maiores”, disse.
Ao opinar sobre os adversários do PSOL, Galdino afirmou que os candidatos Luciano Cartaxo, Cícero lucena, José Maranhão e Estela Bezerra estão dentro de um mesmo espectro ideológico. “Essa eleição se a assemelha a tantas outras vivenciadas na Paraíba, marcada pela fragilidade do debate profundo da realidade e pelo poder das forças conservadoras, que cooptaram, nos últimos oito anos, lideranças populares para oxigenar a direita no Estado”, disse.
“Com essa compreensão e cenários, o PSOL fez a opção de apresentar à João Pessoa   uma candidatura jovem para, entre outros objetivos,  construir  novos quadros partidários e sociais”, afirmou.
“O eleitoral crescimento do PSOL não se desenhará dentro de um marco temporal do calendário eleitoral. Acreditamos que o PSOL deverá crescer eleitoralmente, quando compararmos o nosso desempenho nessas eleições com o quadro de 2008. Naquela disputa, o primeiro candidato a prefeito de João Pessoa, Marcos Dias, enfrentou nas urnas o candidato a reeleição Ricardo Coutinho, que teve o apoio do PMDB e do próprio PT. Hoje, Renan Palmeira cumprirá seu papel ”, assinalou. 

domingo, 9 de setembro de 2012

FABIANO DO PSOL: carreatas mal vistas

FABIANO DO PSOL: carreatas mal vistas: Candidato a vereador rejeita campanhas das carreatas e diz que essa estratégia não é ‘nada educativo’ 09-09-12 O candidato a vereado...

carreatas mal vistas


Candidato a vereador rejeita campanhas das carreatas e diz que essa estratégia não é ‘nada educativo’
09-09-12

O candidato a vereador pelo PSOL, Marcos Dias, anunciou hoje pela manhã que rejeita as campanhas eleitorais por meio de carreatas e lamentou que vários candidatos a uma vaga na Câmara Municipal de João Pessoa estejam invadindo o bairro de Valentina com o aparato das carreatas.

“São alguns candidatos do bairro e outros que são de outras localidades.Todos  estão se concentrando-se em determinados pontos do bairro, prontos para fazerem carreatas”, registrou o professor Marcos Dias  em seu mural no Facebook.

Ao explicar por que rejeita as carretas, o candidato a vereador do PSOL, Marcos Dias, apontou a questão ambiental e o sossego das pessoas. Ele disse que é lamentável que essa estratégia de campanha esteja sendo usada, pois, é altamente nociva ao meio ambiente, afetando principalmente as pessoas, com a poluição sonora, poluição do ar.

“Essas carretas são feita por meio de veículos automotivos que jogam na atmosfera gases poluente, etc. Por isso, acho que carreatas são lamentáveis,além de não serem nada educativo, posto que se tenta convencer o eleitor através da demonstração de força e poder”, observou.

Marcos Dias ainda usou a rede social Facebook para revelar uma de suas diferenças em relação aos concorrentes que se especializam em carretas. Ele disse que sua campanha se diferencia pela atitude presencial do candidato e apoiadores, no corpo a corpo, interagindo com a comunidade. “Nossa campanha busca o apoio do eleitor pelo convencimento das propostas, projetos, na força da palavra, do argumento — situação que a força das carreatas não vivencia”, afirmou.

“Pelo que me parece não existe nestes candidatos que promovem este tipo de evento (carreatas), o compromisso desse diálogo com a comunidade.
Ao encerrar seu protesto às carreatas, Marcos Dias disse: Vote consciente, vote em Marcos Dias,50000.

sábado, 4 de agosto de 2012

Duas visões sobre a escola integral


Praticamente, todos os candidatos a prefeito de João Pessoa têm feito a defesa da implantação da escola de tempo integral no município. Estela, Cícero, Maranhão, Cartaxo e Renan já se manifestaram a favor da proposta.

Ao verificar que esses candidatos querem aplicar o mesmo projeto na Educação em João Pessoa, ou seja, a Escola de Tempo Integral, o pessoense talvez se pergunte qual dos candidatos teria o melhor projeto ou se todos estão defendendo exatamente a mesma coisa.

Como pessoense, eleitor e também dirigente do PSOL, fico tentando identificar as características desse novo modelo de escola pública. Quero reconhecer, de imediato, que o candidato do meu partido, Renan Palmeira, não tem conseguido expressar publicamente em que seu projeto se diferencia dos demais projetos para o setor da educação.

Nas referências de Maranhão, Cícero e Cartaxo sobre o tema, percebe-se que eles prometem manter as mesmas estruturas físicas das escolas públicas do município e buscarão outros espaços, como quadras poliesportivas, para serem ofertadas aos alunos, determinando , assim, que foi concluído o projeto da educação de tempo integral.

No PSOL, o então candidato ao governo do Estado em 2010, Nelson Junior, foi o primeiro a propor a escola de tempo integral. Naquela campanha, Nelson Junior fazia questão de descrever que essa escola compreenderia uma completa mudança nas estruturas das escolas, prescrevendo que essas escolas deveriam ter espaços tais como biblioteca para leitura, ambiente para reforço escolar, local adequado para práticas esportivas e culturais.

Ainda na proposta de Nelson Junior, outra característica marcante da escola de tempo integral incluiria as condições para o vestuário dos alunos e para as refeições. Assim, o PSOL expressou, desde a campanha de 2010, que uma Escola de Tempo integral assumiria a total integração do aluno ao sistema, não jogando nesse aluno, a responsabilidade por ter de ir almoçar em casa e depois voltar para uma atividade esportiva em outra escola, diferente daquela onde estudou as matérias teóricas.

Espera-se que Renan, do PSOL, consiga explicar essas diferenças ao eleitorado.

Fabiano Galdino, presidente estadual do PSOL-PB